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HISTÓRIA DA COOPERATIVA


O início do movimento cooperativista na região de Concórdia, Oeste de Santa Catarina, ocorreu no final dos anos 60, período em que a agricultura enfrentava mais uma de suas crises cíclicas. Na época, a produção de alimentos era o único alicerce para o desenvolvimento econômico da região, sustentada, basicamente pela cultura de grãos. Todavia, faltava infra-estrutura para o beneficiamento, armazenamento e comercialização desses grãos, além do abastecimento dos insumos necessários para a produção.

No início de 1967 uma lei governamental sancionada, autorizando a criação de Sindicatos e Cooperativas. Os integrantes da antiga Associação Rural de Concórdia, se reuniram e decidiram pela constituição de uma sociedade cooperativa. Com a proposta de criar uma nova alternativa para o produtor rural, em cinco de setembro de 1967, um grupo de 30 agricultores se reuniu para fundar a Cooperativa de Produção e Consumo Concórdia Ltda.

A reunião foi realizada em forma de Assembleia Geral pelos associados: Ivo Frederico Reich, Euclides Antônio Marcon, Hermano Zanoni, Celino Domingos Paludo, Otto Tramontini, José Chiuchetta, Artêmio Paludo, Amélio Caovilla, Juvelino Poletto, Diomédio Bósio, Orlando Piccinin, Ewaldo Kaiser, Antônio Griss, Fernando Bonatti, João Smaniotto, Vitório Sabadin, Domingos Machado de Lima, Antônio Mores, Diomédes Severino Tagliari, Domingos Marchetti, Albino Bilibio, Domingos Vivan, João Bertussi, Julio Cesar Ribeiro Neves, Romano Anselmo Fontana, João Biondo, Orestes Bianchi, Alcides Faganello e Luiz Griss.

Com o passar dos anos, outros produtores se juntaram à Copérdia, a fim de fortalecer ainda mais a organização aonde todos os associados são donos, usuários e a própria força de trabalho da cooperativa. É relevante o empenho e participação de todos os cooperados para o sucesso de uma cooperativa. Os cooperados são os legítimos donos da cooperativa e, no entanto, só haverá retorno positivo se houver a participação, responsabilidade e profissionalismo de todos os associados.

A Copérdia se tornou, num curto período, uma parceira, ajudando os produtores da região a melhorar e aumentar a produção nos diversos setores da atividade rural. A entidade passou a ser considerada uma aliada para homem do campo, tanto no fomento, na produção, no desenvolvimento de tecnologias quanto na comercialização dos produtos. Nos anos 70 e 80, a Copérdia viveu um período de solidificação. Nos 90, a cooperativa sentiu que precisava assumir uma gestão mais moderna. A partir de 2007, a Copérdia assumiu uma gestão mais enxuta, onde os cargos de coordenação foram extintos, criando a nomenclatura gerentes de setores, dando autonomia para os responsáveis trabalhar.

A busca pela eficiência e a penetração junto aos mercados passaram a ser perseguidos com afinco. Os avanços surgiram a partir da participação na Cooperativa Central Oeste Catarinense (Aurora) e das parcerias com a Federação das Cooperativas de Agronegócio (Fecoagro) e Geradora e Fornecedora de Insumos (Mauê S/A). Esses fatores foram fundamentais para o desenvolvimento da cooperativa e crescimento dos negócios do pequeno produtor.

O compromisso da Copérdia, conforme o Conselho de Administração da cooperativa é buscar o desenvolvimento social das pessoas através do desenvolvimento econômico. Também está voltado para a melhoria na condição de vida dos cooperados, colaboradores e para a promoção do bem-estar comunitário.

Nos meses de julho e agosto de 2011 a Copérdia iniciou as tratativas para a incorporação a Cooperativa Rio do Peixe (Coperio) de Joaçaba. O processo levou quase dois anos para se concretizar e em 13 de maio de 2013 foi oficializada a incorporação da Coperio pela Copérdia. A decisão foi tomada em Assembleia Geral Extraordinária, realizada na Associação dos Colaboradores da Copérdia, no distrito de Santo Antônio (Concórdia). A votação foi unânime e por aclamação.

A consolidação do processo de incorporação foi um marco importante para a Copérdia e para o cooperativismo catarinense. A Copérdia se tornou a segunda maior cooperativa do ramo agropecuário em Santa Catarina, com faturamento anual acima dos R$ 800 milhões. A incorporação foi realizada no mandato do presidente Valdemar Bordignon e vice-presidente Ademar da Silva.



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